Sábado, 21 Outubro 2017

PT aprova Resolução sobre a violência contra mulher em seu 6º Congresso Nacional

O 6º Congresso Nacional do Partido dos Trabalhadores foi marcante para a história do partido. Entre suas marcas, certamente estão as conquistas das mulheres, simbolizada pela “Campanha Partido Sem Machismo”, organizada pelas jovens. É a organização coletiva das mulheres que nos permite dar suporte para que as mulheres avancem na ocupação dos espaços de poder, o que também foi marco no Congresso – num momento de grande resistência ao golpe das elites, o partido apresentou à sociedade a primeira presidenta mulher do PT, a combativa senadora Gleisi Hoffmann.

Enquanto instrumento de luta, nosso partido de massas está sujeito às contradições da sociedade, e é preciso lutar para que, ao contrário, ele reflita ao máximo o modelo de sociedade que acreditamos – solidária, democrática, diversa, plural, feminista. Nesse sentido, a campanha ‘Partido Sem Machismo’ pauta que o feminismo seja tanto no discurso, como na prática, e, acima de tudo, seja pauta de unificação das mulheres. Por isso, as mulheres do PT aprovaram uma resolução de combate à violência contra a mulher dentro do partido, no 6º Congresso, que além de eleger uma presidenta, ainda levou o nome de dona Marisa Letícia.

Foi aprovada uma comissão de acolhimento às mulheres em situação de violência, composta exclusivamente por mulheres, como forma de evitar a revitimização que ainda sofremos em âmbito estatal – quando uma mulher denuncia a violência, acaba por revivê-la, o que será evitado dentro do Partido.

Em texto, a resolução diz “Hoje, com o processo golpista que se instalou no pais, a ofensiva para retroceder nos direitos trabalhistas ameaça em particular a mulher trabalhadora que é duplamente oprimida na sociedade capitalista, e outras questões importantes. O golpe representa também um recrudescimento dos aspectos mais reacionários da ideologia dominante como por exemplo, a questão do aborto legal; a misoginia e o machismo que se manifestam abertamente como expressão no terreno ideológico da opressão da mulher, que repousa, em última instância, nas relações de produção baseada na propriedade privada dos grandes meios de produção. Por isso a questão contra a opressão da mulher está integrada à questão da luta de classe.”

Leia na íntegra clicando AQUI

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