Quinta, 29 Junho 2017

 

Notícias

PT/SC realiza grande encontro de lideranças na região Sul, nesta sexta (23)

Começa pelo Sul do Estado, em Içara, a rodada de plenárias por Macrorregiões do Partido dos Trabalhadores de Santa Catarina (PT/SC). Com uma agenda que inclui todas as regiões do estado, o presidente do PT/SC, deputado federal Décio Lima, junto com lideranças e a militância da região Sul realiza ciclo de debates para fortalecer o partido no estado.

O encontro acontece nesta sexta-feira (23), às 19h, na Cooperativa Aliança, em Içara.

Com o objetivo de focar na mobilização da militância, a reunião terá como pauta a conjuntura política, agenda de reuniões do partido e o calendário de atos contra os retrocessos e a retirada de direitos, com atenção especial, as reformas da Previdência e Trabalhista, além da organização para a Greve Geral no dia 30 de junho, com atos em todo o país.

Para Décio Lima, será uma grande oportunidade para ouvir as lideranças e alinhar nossas ações em defesa dos trabalhadores.

"Vivemos um momento de crise política e econômica, sendo o PT, o partido que está ao lado do trabalhador na luta por seus direitos. Só com a organização das lideranças e apoio da sociedade é que vamos enterrar de vez as reformas Trabalhista e Previdenciária e iniciar o processo de eleição direta", afirmou.

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Claudio Vignatti: Encerra-se um ciclo para outro começar, com renovação de esperança e fôlego para a luta

Neste momento, chega ao fim um ciclo de quatro anos que passei à frente do Partido dos Trabalhadores de Santa Catarina. Foi uma honra e um imenso desafio ser o presidente estadual do maior partido de esquerda do país, encarando uma das maiores, senão a maior crise política da história do Brasil e do nosso partido, mas nas turbulências é que crescemos e nos fortalecemos politicamente como partido e como a única alternativa de esquerda com força para defender os direitos dos trabalhadores e trabalhadoras.

Se nós quisermos governar Santa Catarina e voltar a governar este país, precisamos terminar este ciclo e começar o novo com uma força partidária ainda mais unida, essa força partidária é o Partido dos Trabalhadores. Em 2014 aceitei o desafio de fazer o PT ter um nome para o governo do Estado, não foi uma tarefa fácil, mas contei com uma equipe e companheiros com virtude de formação, afinal, os desafios são para quem tem coragem!

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PT aprova Resolução sobre a violência contra mulher em seu 6º Congresso Nacional

O 6º Congresso Nacional do Partido dos Trabalhadores foi marcante para a história do partido. Entre suas marcas, certamente estão as conquistas das mulheres, simbolizada pela “Campanha Partido Sem Machismo”, organizada pelas jovens. É a organização coletiva das mulheres que nos permite dar suporte para que as mulheres avancem na ocupação dos espaços de poder, o que também foi marco no Congresso – num momento de grande resistência ao golpe das elites, o partido apresentou à sociedade a primeira presidenta mulher do PT, a combativa senadora Gleisi Hoffmann.

Enquanto instrumento de luta, nosso partido de massas está sujeito às contradições da sociedade, e é preciso lutar para que, ao contrário, ele reflita ao máximo o modelo de sociedade que acreditamos – solidária, democrática, diversa, plural, feminista. Nesse sentido, a campanha ‘Partido Sem Machismo’ pauta que o feminismo seja tanto no discurso, como na prática, e, acima de tudo, seja pauta de unificação das mulheres. Por isso, as mulheres do PT aprovaram uma resolução de combate à violência contra a mulher dentro do partido, no 6º Congresso, que além de eleger uma presidenta, ainda levou o nome de dona Marisa Letícia.

Foi aprovada uma comissão de acolhimento às mulheres em situação de violência, composta exclusivamente por mulheres, como forma de evitar a revitimização que ainda sofremos em âmbito estatal – quando uma mulher denuncia a violência, acaba por revivê-la, o que será evitado dentro do Partido.

Em texto, a resolução diz “Hoje, com o processo golpista que se instalou no pais, a ofensiva para retroceder nos direitos trabalhistas ameaça em particular a mulher trabalhadora que é duplamente oprimida na sociedade capitalista, e outras questões importantes. O golpe representa também um recrudescimento dos aspectos mais reacionários da ideologia dominante como por exemplo, a questão do aborto legal; a misoginia e o machismo que se manifestam abertamente como expressão no terreno ideológico da opressão da mulher, que repousa, em última instância, nas relações de produção baseada na propriedade privada dos grandes meios de produção. Por isso a questão contra a opressão da mulher está integrada à questão da luta de classe.”

Leia na íntegra clicando AQUI

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Credenciamento de delegados para o 55º Congresso da UNE é realizado em SC

O credenciamento dos delegados para participar do 55º Congresso da União Nacional dos Estudantes (UNE) – que acontece entre os dias 14 e 18, vai eleger a nova direção da entidade, na Universidade Federal de Minas Gerais, em Belo Horizonte –, aconteceu nesta terça-feira (6), na sede da União Catarinense dos Estudantes (UCE/SC), em Florianópolis. Para o Congresso Nacional da entidade, são esperados cerca de 10 mil estudantes de todo o país, em Santa Catarina, a estimativa é de que sejam 250 estudantes.

Para o presidente da União Catarinense dos Estudantes (UCE), Yuri Becker, o país vive em um momento onde o movimento estudantil tem mostrado um grande protagonismo na política nacional. “Durante esse governo ilegítimo de Michel Temer, o movimento estudantil tem sido vanguarda mais uma vez nos movimento de rua em torno das Diretas Já e contra as reformas da Previdência e Trabalhista. O Congresso da UNE acontece justamente nesse momento de efervescência política e servirá para nortear o movimento em todo o país, fazendo com que espalhe-se caravanas e grande mobilização em torno da grande pauta que unifica movimentos sociais e sindicais”, disse.

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Décio Lima: O engodo do PIB

O golpista, ilegítimo e periclitante Temer sabe que para sustentar a usurpação carece do apoio da plutocracia e, para isso, precisa focar na economia e privilegiar o Mercado. No afã de demonstrar que está alcançando êxito nessa empreitada, passou a usar a econometria de acordo com a blague criada pelo jornalista e sociólogo Joelmir Betting, segundo a qual "a estatística seria a arte de torturar os números até que eles confessem".

Com essa intenção escolheu, assessorado pelo Meirelles, um único indicador, o PIB, como "termômetro" da economia. Trata-se de equívoco sério e de há muito caracterizado pelo economista Celso Furtado como sendo uma mera fábula que chamou de "mito do desenvolvimento econômico". Em síntese, importa esclarecer que de per si esse indicador não significa desenvolvimento em sua acepção plena. Se não como explicar, por exemplo, que países (como os produtores de petróleo) com PIB elevadíssimo têm a imensa maioria da população na miséria?

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