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Veja abaixo a programação para o dia 25:

 

Convocamos todos os apoiadores da candidatura Dilma Presidenta para ato suprapartidário, sábado, no Centro de Florianópolis.  

 

Nessa reta final, vamos às ruas fazer uma grande caminhada. Vamos pedir os votos necessários para sairmos vitoriosos no 2º turno e reeleger a presidenta Dilma. 

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Arte na rua também faz parte da Campanha Dilma 13!

 

Em qualquer situação se diz que a juventude é o futuro do Brasil, o futuro de qualquer país. Fala-se também que o jovem deve se interessar logo cedo pelos rumos políticos para que o Brasil siga os melhores caminhos. Unindo essas duas máximas, a Juventude do PT (JPT), formada por estudantes secundaristas e universitários de Santa Catarina, vem contribuindo para a campanha de reeleição da presidenta Dilma. 

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Ampliar o número de votos da candidata Dilma. Esse é o principal objetivo das ações do presidente estadual do PT, Claudio Vignatti, que participou hoje (21/10), em Joinville, de agenda com o ministro Gilberto de Carvalho e de manifestações pró-Dilma. Entre amanhã e sábado ele percorre outros municípios e no domingo vota e acompanha a apuração em Chapecó, cidade que teve carreata no último domingo com participação dele e do deputado federal reeleito Pedro Uczai e a deputada estadual reeleita Luciane Carminatti. 

 

Para Vignatti, os próximos cinco dias serão de extrema importância para a militância petista e de outros partidos que apoiam a presidenta Dilma. “Agora, nossa campanha é rua e rua, principalmente em busca dos votos do eleitorado indefinido. Estamos fazendo bandeiraços, distribuímos propaganda e conversamos com as pessoas para mostrar que a reeleição de Dilma representa a continuidade dos programas sociais no Brasil e o desenvolvimento da economia”.

 

Veja abaixo a programação da Reta Final - CAMPANHA DILMA 13  RUMO À VITÓRIA !!!

 

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Artigo do Diap lista retrocessos e reformas administrativa e previdenciária.

Desde o início de seu governo, Fernando Henrique Cardoso elegeu os servidores como objeto dos ajustes necessários à implantação de uma política neoliberal, ampliando a ofensiva após o acordo com o FMI. Para isso, recorreu a dois tipos de medidas: as infraconstitucionais e as constitucionais, a serem implementadas em três etapas. A primeira, já esgotada, consistia na supressão dos direitos e vantagens assegurados aos servidores na Lei 8.112/90, do Regime Jurídico Único. A segunda, também já concluída, consistiu na aprovação da Emenda Constitucional nº 19/98, que cuidava da reforma administrativa. E a terceira, consistirá na regulamentação da Emenda Constitucional. Todas tratando do desmonte do serviço público e dos direitos dos servidores. 

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